domingo, 23 de setembro de 2012

A festa da Catita!


 O despertar da aniversariante!


 A lembrança do aniversário!



O bolo!!!


 Gosta tanto dos parabéns e lembra-se de armar o berreiro quando são para ela!

As prendinhas!

E agora perdoem-me mas vou descansar que estive dois dia a fazer comida e a encher balões..... UFAAAAAAAAAAAAAAAAA

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Parabéns à minha Catitona!


Hoje é um dia muito especial é o dia do 1º aniversário da minha filha!!! Ainda hoje estas palavras me soam um pouco estranhas... filha.... minha.... mas a verdade é que cada dia que passa te vais enraizando cada vez mais, qual erva daninha, e hoje de estranho passou a natural!

Foste uma cabrita difícil de aturar nos primeiros meses, o sentimento de culpa e de impotência rondavam-me a cada instante, mas hoje já és uma mulherzinha e provaste ao mundo que afinal os teus pais não são assim tão maus!

Isso fica mais que comprovado quando te vou buscar ao final do dia, o teu sorriso quando me vês consegue iluminar até a noite mais escura! Os beijos cheios de baba e de língua que dás também.....

Enfim... conseguiste arrancar de mim sorrisos e mimos que nunca pensei que saíssem daqui!!!! és a minha catitona e pronto.... Parabéns cabrita, que sejas muito feliz é o que te desejo.....

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Momento do Dia...



Após MAIS UMA consulta de rastreio no Hospital Pedro Hispano, esta minha catitona vai ser mais rastreada que o mapa de Portugal, dirijo-me ao secretariado afim de pedir uma justificação de presença.

- "Queria uma justificação de presença, por favor."
- "Concerteza, e só precisa de uma?"
(Aqui fico na dúvida a olhar para a administrativa, mas ok, os pais às vezes acompanham as mães nestas coisas)
-"sim, sim só uma!"
Mas a senhora quis ter a certeza e retorquiu:
-" E pro bebé, não precisa?"
- "WTF????????"
Não percebi.... primeiro como se chama bebé (masculino) a uma catraia de vestido e sandálias cor de rosa e depois para que raio precisaria ela duma justificação de presença????? Para entregar a quem? no infantário? ao pai? OH minha nossa..... anda mesmo tudo maluco.....

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Crónica de Rodrigo Guedes de Carvalho: E a besta é o cão?


É uma ironia dos tempos modernos, que pode causar confusão aos mais imberbes alunos de Comunicação Social, que devem andar a aprender, como eu aprendi, que uma boa definição de notícia não é um cão morder um homem, mas sim um homem morder um cão. Se assim é, que se passa? Nas últimas semanas de Agosto, houve um inesperado número de incidentes em cadeia, no que diz respeito a ataques de cães a pessoas. Somados, quase à média de um por dia nas páginas dos jornais ou nas televisões, poderia perceber-se, erradamente, que se tratava de uma epidemia, ou seja, de uma proliferação de casos “iguais”. Não são, de todo. Qualquer análise séria conclui, sem dificuldade, que se tratam de situações bem diferentes, pese embora uma mesma raça de cão estar presente em mais do que uma história, e todas elas terem o mesmo desfecho anunciado: o cão em causa foi de quarentena, e será abatido dentro de pouco tempo. Sobre esta sentença que não levanta indignação que se veja, já lá iremos. Primeiro, é importante entender que, por mais que defenda os direitos dos animais, não sou fundamentalista ao ponto de não perceber que um cão, ou outro animal, é perfeitamente capaz de “se passar”, como qualquer um de nós. Neste sentido, há situações, sim, em que se torna incompreensível que um cão ataque, situações em que o animal é, sim, “culpado” do seu crime. Mas basta reflectir um pouco, analisar os recentes incidentes, ou outros mais antigos, para concluir que as situações sem aparente explicação são uma raridade. Normalmente, o que acontece é o desastre que se adivinhava quando se vêem as circunstâncias, ou se pensa na “qualidade de vida” dos cães em causa. Regra geral, pertencem a pessoas que não têm a mínima consciência do que significa serem donos de um animal, muito menos quando se aventuram a escolher as chamadas raças potencialmente perigosas. Ponto básico: se são consideradas potencialmente perigosas, há uma razão para pensar mil vezes antes de optar por elas. Ponto básico número dois: a expressão “potencialmente” é a chave. Significa que nas mãos de um mau dono, a potencialidade torna-se realidade. Já é do senso comum, mas ninguém parece quere perceber. Obviamente que um pequeno caniche também pode ter um comportamento agressivo, mas basta pensar no porte de alguns cães para se entender que a “potencialidade de perigo” de uns é porque, quando se chateia, provoca danos terríveis, muitas vezes fatais. E o que vemos, nos casos mais badalados de Agosto? Uma continuada, inacreditável irresponsabilidade de muitas pessoas que têm estes cães. Pessoas que teimam em ter animais sem saberem, ou quererem saber, das noções mais básicas em relação aos animais, no que respeita a respeitarem um líder, sentido de território, stresse causado pela falta de atenção ou exercício, pessoas que não sabem, ou não querem saber, que um cão é, essencialmente, o espelho do seu dono, até porque um cão “pensa”, à sua medida, que é isso que é suposto fazer, é isso que o dono espera dele. Numa das histórias, os pormenores são tão claros, tão prenunciadores de desastre, que causa uma enorme confusão que o nosso sistema para lidar com os casos continue a ser abater o cão em vez de multar ou prender o dono. Numa das histórias, repito, um cão atacou a mãe do seu dono, um ataque que se revelou mortal. Começa-se a puxar pelos pormenores, e que temos? O indivíduo tinha escolhido, nada menos, do que um arraçado que misturava sangue de pittbull com leão da rodésia. E mantinha esta bomba-relógio fechada num apartamento exíguo, de onde o cão raramente saía, para se exercitar, destressar ou socializar. Que surpresa, que este cão fosse uma pilha de más vibrações, um desastre à espera de acontecer. Mas o que mais revolta é saber o que vai acontecer, porque é que acontece sempre nestes casos. O animal vai ser abatido, e o indivíduo, depois de encolher os ombros e assobiar, há-de arranjar outro, que manterá nas mesmas condições. Como todos os outros que procuram cães potencialmente perigosos, com os quais afirmam uma triste, patética e repugnante posição de agressividade perante os outros. É, para muito cobarde, a única forma de se fazerem maus, ou temidos. E tudo isto vai continuar enquanto este tipo de gente não for punida a sério. A solução de mandarmos abater cães não adianta um centímetro ao nosso sentido de civilização. 

Rodrigo Guedes de Carvalho em tv mais

Quem fala assim, meus amigos, não é nada gago! Parabéns!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Aqui a Troika não mexe!

iSSO É GARANTIDO! O MEU JOKITA É E SERÁ SEMPRE FIEL.... AO DONO.... PORQUE À DONA O JUDAS SÓ SE LEMBRA NA HORA DO TACHO :))))))))))