domingo, 26 de setembro de 2010
Quarteto Fantástico!
O combinado seria fazer uma compilação dos videos feitos neste verão 2010! Mas como isso não foi possível, mas era para mim inconcebivel não marcar o momento: finalmente o quarteto completo! Deixo aqui um videozito para marcar estes dois fantásticos encontros... O aniversário do Dieguito em Pombal e a visita a Sintra. Não esuqecendo também os outros encontros incompletos deste quarteto que está cá para durar! Um beijinho especial às minhas meninas: Nekas, Patita e Licita e espero que gostem..... *saudades*
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O "Norte" de Miguel Esteves Cardoso

O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram. Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas.
Mais verdades:
No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor.
O serviço é melhor.
Os preços são mais baixos.
Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia
Estas são as verdades do Norte de Portugal. Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta. Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país. Não haja enganos. Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.
Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal. Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte. Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular. É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente. No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa. O Norte cheira a dinheiro e a alecrim. O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade. Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso. As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente. Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi. Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte".
Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.
O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Contra factos não há argumentos... oh Jesus!
Se não vejamos:
* Em 5 jogos ganhamos 15 pontos. FACTO
* Na super taça trouxemos o caneco. FACTO
* Em 2 jogos Europeus, ganhamos todos. FACTO
* Temos a melhor defesa/ataque do campeonato. FACTO
* A fruta podre está cada vez mais a mostrar a sua raça. FACTO
* Vilas-Boas em detrimento de Jesus. FACTO
E poderia continuar a lista, mas parece-me que não é necessário! Acho que deixamos bem claro que quem tem de tremer não somos nós e sim os nossos adversários!!! Joguem à bola e mostrem o que valem.... deixem-se de merdas! Ganharam um campeonato, grande coisa.... feito histórico foi terem perdido 4 de seguida! Isso sim.... Por isso, Óh Jesus..ainda estás anos luz do teu homónimo.... sim porque este para ter o estatuto que tem hoje teve de ir à cruz.... já tu, daqui a uns anos nem sequer lembrado serás.... ou talvez sim porque tens o nome que tens!!!! Incha.... e mete mas é os olhinhos!!!!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Joka e o Mar...
Domingo final da manhã...hora do passeio do Jokita; para não fugir á regra fomos ao Castelo do Queijo! O que o pintarolas não sabia é que este passeio ia ser especial... o patrãozinho perdeu o amor às costas e deixou o Eucádio ir dar um mergulho! Foi a loucura total... ainda estou para perceber como é que o Jokita foge da mangueira e da chuva a sete pés e quando vê o mar fica possuido de todo! Mas dá gosto vê-lo... ele salta, ele corre, ele volta a saltar, a correr :D Não fosse um "penetra" ter aparecido e a esta hora provávelmente ainda lá estavamos! Nós claro, porque de resto o Jokita pôs tudo a andar de lá para fora :D Claro que no final a chuveirada fria não foi do agrado dele.... nem tão pouco a caminhada seguinte para secar o pêlo! canito cansado queria mesmo era uma bela paparoca e a caminha dele na fresquinha para dormir um ronco!!!! Calma Jokinha.... tudo a seu tempo!
Primeiro trata de secar esse pelinho senão vais a pá para casa :D
E assim foi um belo fim de semana na vida do Eucádio... Joka Eucádio.
Primeiro trata de secar esse pelinho senão vais a pá para casa :D
E assim foi um belo fim de semana na vida do Eucádio... Joka Eucádio.
domingo, 19 de setembro de 2010
Parabéns Bequitas!

Parabéns Bequitas!
Hoje é um dia muito especial! Hoje a nossa Becas faz 5 aninhos, ou 4, agora fiquei na dúvida....Bom... hoje é um dia especial.... a nossa Becas faz aninhos!
Vai haver festa rija em Guimarães!!!!! A caloirinha Andreia vai ter que se esforçar neste dia!!!!
Vocês são os canitos da nossa vida... todos os animais são especiais e os nossos ainda mais; mas quem tem dálmatas sabe do que falo quando digo que vocês são únicos. E como tal, merecem todo o nosso carinho e amor.
Becas, a familia Sequeira Gaio Eucádio deseja-te um Feliz Aniversário e que contes muitos mais anos de vida, cheios de amor, alegria e muita paparoca boa! :D
BeiJOKA
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